Epifania do Senhor

Neste Domingo, dia 06 de Janeiro festejamos a Solenidade da Epifania do Senhor, vulgarmente conhecida por Dia de Reis.

Celebramos assim a manifestação do Deus Menino aos três Reis Magos vindos do Oriente, narrada no Evangelho de S. Mateus (2, 11): “Entrando na casa, acharam o menino com Maria sua mãe e, prostrando-se, O adoraram; e abrindo os seus tesouros, ofertaram-Lhe dádivas: ouro, incenso e mirra”.

A festa dos Reis Magos ou Dia dos Santos Reis é conhecida como Epifania, palavra que em grego significa manifestação, no sentido de que Deus Se revela e Se manifesta.

Entretanto, a Igreja celebra como Epifanias três manifestações da vida de Jesus: a Epifania diante dos Magos do Oriente (manifestação aos pagãos), a Epifania do Baptismo do Senhor (manifestação aos judeus) e a Epifania das bodas de Caná (manifestação aos seus discípulos).

A Festa da Epifania é uma das mais antigas dos cristãos, provavelmente a segunda depois da Festa da Páscoa. Teve início no Oriente e logo passou a ser comemorada no Ocidente, por volta do século IV.

 

Na Idade Média, a Epifania pouco a pouco passou a ser mais conhecida como a festa dos Reis Magos.

Actualmente, a Igreja Católica celebra as três epifanias em diferentes datas do calendário litúrgico.

(ACI Digital)

Recomeço da Catequese

As actividades da Catequese, interrompidas para as férias de Natal, recomeçam no dia 08 de Janeiro.

Solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus e Dia Mundial da Paz

A Igreja Católica inicia o ano de 2019 com a Solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus e com a celebração do 52.º Dia Mundial da Paz, na qual o Papa alerta para uma política distante do “serviço à colectividade humana” que se torna “instrumento de opressão, marginalização e até destruição”.

Num documento intitulado ‘A boa política está ao serviço da paz’, o Papa Francisco reflecte sobre as “virtudes” e os “vícios” da política, e abre também uma janela de reflexão para os catos eleitorais que vão acontecer ao longo do novo ano.

No seu documento, o Papa aponta 12 vícios que actualmente retiram “credibilidade aos sistemas dentro dos quais ela se realiza, bem como à autoridade, às decisões e à acção das pessoas que se lhe dedicam”.

“Estes vícios, que enfraquecem o ideal duma vida democrática autêntica, são a vergonha da vida pública e colocam em perigo a paz social”, considera.

O Papa refere em primeiro lugar “a corrupção – nas suas múltiplas formas de apropriação indevida dos bens públicos ou de instrumentalização das pessoas”.

Francisco prossegue depois com “a negação do direito, a falta de respeito pelas regras comunitárias, o enriquecimento ilegal, a justificação do poder pela força ou com o pretexto arbitrário da «razão de Estado», a tendência a perpetuar-se no poder, a xenofobia e o racismo”.

A mensagem para a celebração de 1 de Janeiro de 2019 sublinha o impacto negativo que algumas decisões políticas têm tido ao nível da sustentabilidade do planeta, devido à “recusa a cuidar da Terra”, e à “exploração ilimitada dos recursos naturais em razão do lucro imediato”.

O último “vício” político enumerado por Francisco remete para a crise migratória que rebentou nos últimos anos, devido a fenómenos como a guerra e o terrorismo, a perseguição étnica e religiosa, a pobreza e a desigualdade social.

Uma situação que, segundo o Papa, mostrou em vários casos, por parte dos Estados e dos seus políticos, “o desprezo” que reina para com aqueles “que foram forçados ao exílio”.

“O terror exercido sobre as pessoas mais vulneráveis contribui para o exílio de populações inteiras à procura duma terra de paz. Não são sustentáveis os discursos políticos que tendem a acusar os migrantes de todos os males e a privar os pobres da esperança”, adverte.

Francisco indica uma ideia-chave para tornar o momento das campanhas eleitorais e de ida às urnas como um verdadeiro motor de renovação e de mudança.

“Cada renovação nos cargos electivos, cada período eleitoral, cada etapa da vida pública constitui uma oportunidade para voltar à fonte e às referências que inspiram a justiça e o direito”, sustenta.

Ao longo da sua mensagem, o pontífice reforça que “a política é um meio fundamental para construir a cidadania e as obras do homem”, mas quando a prioridade é “a busca do poder a todo o custo” ela “leva a abusos e injustiças”.

Com efeito, a função e a responsabilidade política constituem um desafio permanente para todos aqueles que recebem o mandato de servir o seu país, proteger as pessoas que habitam nele e trabalhar para criar as condições dum futuro digno e justo”.

Recordando o centenário do fim da I Guerra Mundial, que tem vindo a ser assinalado este ano, Francisco avisa os políticos que “a paz não pode jamais reduzir-se ao mero equilíbrio das forças e do medo”.

“A escalada em termos de intimidação, bem como a proliferação descontrolada das armas são contrárias à moral e à busca duma verdadeira concórdia”, defende.

O Dia Mundial da Paz foi instituído em 1968 pelo Papa Paulo VI (1897-1978) e é celebrado no primeiro dia do novo ano.

Francisco vai presidir à Missa da solenidade de Santa Maria Mãe de Deus, na Basílica de São Pedro, pelas 10h00 (menos uma em Lisboa), seguindo-se a recitação do Ângelus, ao meio-dia de Roma.

(Ecclesia)

Feliz Ano Novo

Feliz Ano Novo!

Grupo Euromilhões fez donativos de quase 3.000 euros à Paróquia

O grupo Euromilhões fez donativos à Paróquia no valor de 2.974,12 € ao longo deste ano de 2018 que agora termina.

A verba destinou-se à manutenção da Igreja e ao apoio a várias actividades da Paróquia.

A reactivação e ampliação da cobertura da vigilância (CCTV), a arrancar em 2019, é um dos projectos que beneficiou das verbas do Euromilhões.

O exercício de 2018 termina com um saldo de 696,76 €. Parte desta verba será utilizada para ajudar a pagar o restauro do quadro da Imaculada Conceição, que se encontra na parede da Igreja junto à Sacristia.

O grupo Euromilhões é constituído por paroquianos e não-paroquianos amigos de S. Francisco Xavier que contribuem mensalmente com 20,00 € para jogar no Euromilhões, revertendo o saldo entre as quotizações e as despesas semanais dos boletins para um fundo de apoio à Igreja.

Assim, em 2018, o grupo doou à Paróquia 75,7% das quotizações.

Quem quiser colaborar e aderir ao grupo, basta falar com o Manuel Orlando Pereira (917 056 132).